quarta-feira, 7 de julho de 2010

AS ESCRITAS DIVINAS






Pessoas circulam pelas ruas do mundo todo à procura de algo que não conseguem definir.
São intelectuais orgulhosos que se imaginam senhores de todo o saber; “juizes” que têm a solução perfeita para todas as pendências; políticos vaidosos que pensam ser deuses; ricos egoístas que julgam tudo poder. Na verdade, são seres iludidos que procuram alguém de boa vontade, paciente e indulgente, para suportá-los.
Se pudéssemos enxergar o interior das pessoas, veríamos almas amedrontadas, ansiosas, ciumentas, desdenhosas, invejosas e egoístas, mas, também veríamos umas poucas almas humildes, sinceras e desprendidas, mas, todas filhas de um mesmo Pai.
O que está acontecendo, apesar de todas as descobertas científicas e invenções maravilhosas que permitem ao ser humano um excelente padrão de vida, é o desequilíbrio psíquico e espiritual. As pessoas estão vazias, com objetivos imediatos, voltadas ao prazer transitório que já não as satisfazem. As drogas, o álcool (o anestésico social), o sexo, o consumismo e a ambição desenfreada, nada mais são do que paliativos para a angústia que lhes aperta o peito e corrói o espírito.
A maioria supõe que os Evangelhos de Jesus somente servem aos fracos, como consolo de suas fraquezas, e desconhece que as sábias palavras cristãs se constituem no caminho mais direto para se alcançar o equilíbrio, roteiro seguro para quem quer chegar ao Criador e ser feliz.
Não só os Evangelhos, mas também o Alcorão (livro sagrado que contém o código religioso, moral e político dos muçulmanos ou maometanos; o Talmude (um dos livros básicos da religião judaica contém a lei oral, a doutrina, a moral e as tradições dos judeus); o Tao Te King (Os ensinamentos de Lao Tsé expressos no Tao Te King representam para o povo chinês aquilo que os ensinamentos de Jesus representam para o mundo ocidental) e outros escritos de origem divina são para todos uma terapia extraordinária, servindo desde os enlouquecidos e revoltados até os que mantêm acesa a fé e procuram fazer com que cada dia seja melhor do que o anterior. Leia as escritas, qualquer que seja.Você, com certeza descobrirá coisas relevantes para o seu dia a dia.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

CULTURA INÚTIL


“Eu não concordo nem discordo, muito pelo contrario, eu acho que o importante é o que interessa, porque, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.”

Interessante essa frase. Li já faz mais de um mês e estou com ela ecoando em minha cabeça. Mas o artigo que quero escrever não sai. Esta frase me lembra o que os políticos brasileiros falam em época de eleição. Ela também me lembra o discurso de pessoas sem opinião própria quando participam duma conversa. É muito usada pelos “muristas” ( aqueles que ficam em cima do muro - conheço muitos),que não sabem pra que lado vão, com medo de perder... Perder na política, no cotidiano ou no futebol. Afinal, concordar ou discordar faz parte da vida e depende do ponto de vista do que é importante e do que interessa. Isso é uma coisa. Outra coisa.... aaahhh! Daí já não sei. Nem sei sequer se concordo! E concordando, posso discordar depois? Porque pra mim é importante ter certeza. A dúvida atrapalha minha decisão de concordar ou discordar do que interessa. Querem saber de uma coisa? Vou concordar com essa coisa. A outra coisa, não me interessa. Ufa.... Até que enfim!
Tem dia que de noite é assim mesmo!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

UMA RESPOSTA LACÔNICA




Esta famosa historieta sobre a coragem espartana data da época de Felipe da Macedônia (382 – 336 a.C.), que forçou a unificação da maioria das cidades e territórios gregos.

Nos primeiros tempos, os povos da Grécia não eram unidos como hoje. Havia uma série de cidades e territórios, cada qual com seu próprio governante. Felipe, rei da Macedônia, ao norte da Grécia, queria unir todos os povos gregos sob seu domínio. Armou então um poderoso exército e partiu pra a conquista dos outros territórios, onde se fez aclamar rei. Esparta, porém, resistiu.
Os espartanos ocupavam a região no sul da Grécia chamada Lacônia, por isso eram também chamados lacões. Destacavam-se pelos costumes simples e pela bravura. Eram também famosos por usar poucas palavras, cuidadosamente escolhidas; ainda hoje se diz que respostas curtas são “lacônicas”.
Sabendo que precisava subjugar Esparta para ter o domínio total sobre a Grécia. Felipe cercou as fronteiras da Lacônia e enviou uma mensagem aos espartanos.
- Se não se renderem imediatamente – ameaçava-, invadirei suas terras.
- Se meus exércitos as invadirem, pilharão e queimarão tudo o que vocês mais prezam.
- Se eu marchar sobre a Lacônia, arrasarei suas cidades.
Alguns dias depois, Felipe recebeu a resposta. Abriu a carta e encontrou somente uma palavra escrita:
- “SE”.
(O Livro das Virtudes – William J. Bennett).

Guardando as devidas proporções entre os Lacônicos (com todo respeito ao povo lacônico pela comparação) e os políticos de hoje, podemos observar que chegou a hora do “SE” entre os candidatos.
- SE eu for eleito...blá,blá,bla´.
Demagogia e falta de respeito com o povo é comum nessa época. Candidato promete mundos e fundos se eleito for. Não seria hora de mandarmos uma resposta aos candidatos? Uma resposta com uma única palavra – “SE”.
Que o G:.A:.D:.U:. nos dê consciência e responsabilidade nessa hora.